quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Água de Torneira
A Tap’dNY é uma água mineral diferente de todas as águas que você já ouviu falar. Ao contrário das chiliquentas águas de geleira, ela é água de torneira da cidade de Nova York. Para quem não sabe, a água de torneira de NY é a água de torneira mais pura do mundo e por isso a Tap’dNY se posiciona como uma água ecologicamente correta e que reforça o estilo Nova York de ser. Eles pregam que até hoje toda a água vendida no mundo é captada de forma irresponsável e a melhor forma é tomar a água de de torneira (tap water). Além disso, eles incentivam que você use a garrafa como refil, ao invés de comprar outras. No site eles ainda apresentam diversas justificativas porque você deve tomar água da torneira (não se esqueça que as justificativas só valem para Nova York e não para o Brasil).
marketingnacozinha.com.br
Corte perfeito
O corte presunto, essencial para dar à carne uma gordura, textura, aroma e paladar únicos, é um trabalho longo e rico em tradição que, pelas mãos do mestre Nico Jiminez, se vai desvendando. Foi o que aconteceu no curso “Corte de Presunto Ibérico”, que se realizou no passado mês de Outubro, em Lisboa, com organização das Edições do Gosto e patrocinado pela Embajada de España e Junta de Extremadura.
Desfrutar das qualidades de um bom presunto é saber cortá-lo correctamente. E com o utensílio adequado. O corte perfeito é aquele que funde o utensílio com o presunto, transformando o trabalho de um profissional em arte. Quem o diz é o espanhol Nico Jiménez que entrou para o Livro dos Recordes ao cortar a fatia de presunto mais longa do mundo. Um trabalho de muita precisão e paciência, que permitiu a Jiménez apresentar uma fatia de 13 metros e 35 centímetros de comprimento.
Uma peça bem cortada de presunto ibérico, de uns sete quilos de peso, pode proporcionar até uns 35 pratos de presunto.
Segundo o especialista, a primeira regra é cortar sempre o presunto à temperatura ambiente. A peça deve ter uma temperatura de 23ºC e o corte realizar-se no momento do consumo, para que não se percam propriedades. A higiene do local é, claro, fundamental.
Se o presunto é para se consumir rapidamente, começa-se pela maça principal. Coloca-se o presunto na tábua, com a pata para cima, e com a ajuda da faca jamonero começa-se a cortar fatias finíssimas, quase transparentes, com um corte perpendicular à pata e circular à altura do presunto. As fatias não deverão ter mais de seis a sete centímetros. Quando se aproxima do osso fémur, os cortes serão tangentes a ambos os lados do osso.
O segredo é os cortes serem sempre paralelos entre si, deixando à vista uma superfície limpa, plana e sem estrias. Conforme se vai avançando no corte, a superfície de corte aumenta com maior quantidade de carne magra. A partir desse momento, é conveniente cortar fatias de toda a zona de corte e de forma uniforme, para evitar a curvatura da peça.
Chegada à altura do osso da cadera (osso da coxa), deve-se desprender a carne do osso para se conseguir um corte limpo. Faz-se um corte incisivo à volta do osso e continua-se o corte da contra-maça. Utiliza-se uma faca pequena e forte (puntilha). O corte desta zona deverá ser o mais direito possível e, se necessário, pode inverter-se o sentido do corte para nivelar ou igualar a peça.
Segue-se a extracção da carne da zona superior da cana. Para tal, extrai-se o osso perónio com um corte profundo e fazendo de alavanca. O presunto que se obtém destina-se mais à culinária por ser uma zona fibrosa e seca.
Uma vez obtida toda a carne da massa principal do presunto, segue-se para a babilla. Esta zona é menos rugosa do que as outras, pelo que a carne terá uma percentagem inferior de gordura.
A última zona de corte é a culatra, talvez a mais difícil de cortar face à dificuldade em conseguir que o presunto fique estável no jamonero. Por fim, podemos aproveitar a carne mais chegada ao osso para utilizá-la em guisados. O osso também pode ser usado para caldos.
Texto: Sónia Alcaso
Desfrutar das qualidades de um bom presunto é saber cortá-lo correctamente. E com o utensílio adequado. O corte perfeito é aquele que funde o utensílio com o presunto, transformando o trabalho de um profissional em arte. Quem o diz é o espanhol Nico Jiménez que entrou para o Livro dos Recordes ao cortar a fatia de presunto mais longa do mundo. Um trabalho de muita precisão e paciência, que permitiu a Jiménez apresentar uma fatia de 13 metros e 35 centímetros de comprimento.
Uma peça bem cortada de presunto ibérico, de uns sete quilos de peso, pode proporcionar até uns 35 pratos de presunto.
Segundo o especialista, a primeira regra é cortar sempre o presunto à temperatura ambiente. A peça deve ter uma temperatura de 23ºC e o corte realizar-se no momento do consumo, para que não se percam propriedades. A higiene do local é, claro, fundamental.
Se o presunto é para se consumir rapidamente, começa-se pela maça principal. Coloca-se o presunto na tábua, com a pata para cima, e com a ajuda da faca jamonero começa-se a cortar fatias finíssimas, quase transparentes, com um corte perpendicular à pata e circular à altura do presunto. As fatias não deverão ter mais de seis a sete centímetros. Quando se aproxima do osso fémur, os cortes serão tangentes a ambos os lados do osso.
O segredo é os cortes serem sempre paralelos entre si, deixando à vista uma superfície limpa, plana e sem estrias. Conforme se vai avançando no corte, a superfície de corte aumenta com maior quantidade de carne magra. A partir desse momento, é conveniente cortar fatias de toda a zona de corte e de forma uniforme, para evitar a curvatura da peça.
Chegada à altura do osso da cadera (osso da coxa), deve-se desprender a carne do osso para se conseguir um corte limpo. Faz-se um corte incisivo à volta do osso e continua-se o corte da contra-maça. Utiliza-se uma faca pequena e forte (puntilha). O corte desta zona deverá ser o mais direito possível e, se necessário, pode inverter-se o sentido do corte para nivelar ou igualar a peça.
Segue-se a extracção da carne da zona superior da cana. Para tal, extrai-se o osso perónio com um corte profundo e fazendo de alavanca. O presunto que se obtém destina-se mais à culinária por ser uma zona fibrosa e seca.
Uma vez obtida toda a carne da massa principal do presunto, segue-se para a babilla. Esta zona é menos rugosa do que as outras, pelo que a carne terá uma percentagem inferior de gordura.
A última zona de corte é a culatra, talvez a mais difícil de cortar face à dificuldade em conseguir que o presunto fique estável no jamonero. Por fim, podemos aproveitar a carne mais chegada ao osso para utilizá-la em guisados. O osso também pode ser usado para caldos.
Texto: Sónia Alcaso
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Palestra sobre qualificação profissional
Fui convidado para dar uma palestra no colégio Novo Horizonte, sobre qualificação profissional....os alunos gostaram muito e também ficaram surpresos com as exigências que o mercado de trabalho exige. É muito importante adquirir conhecimento, caso contrário vc esta fora.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Balada Gospel
Saem as "egüinhas" e "cachorras" dos bailes funk, entram citações bíblicas e loas à virgindade. Nos bailes gospel não tem bebida alcoólica nem cigarro, tem Kelly Krenty (na foto) no papel de Kelly Key e, como é do estilo, muitos versos simples. "Tirei o piercing da barriga / Me livrei da minissaia / Eu encontrei Jesus / E não vivo mais na farra", entoa a moça, de 21 anos. Embalada pelo mais barulhento batidão funk, Krenty (sobrenome artístico de Kelly Regina Flores Rodrigues) faz a juventude evangélica pular nas festas em que se apresenta na Baixada Fluminense. A cantora é a mais nova sensação de bailes que vêm conquistando cada vez mais adeptos entre jovens e adolescentes que seguem os passos de Jesus em ritmo de funk, pagode, rap, forró, soul music, samba e outros estilos musicais até pouco tempo atrás execrados no meio evangélico. Os eventos maiores chegam a reunir 5.000 pessoas numa única noite. O fenômeno, que se alastrou pelo Rio de Janeiro e por São Paulo, com bailes realizados semanalmente nos próprios templos ou em clubes alugados pelas igrejas, já chegou também a outras capitais, como Brasília, Salvador, Vitória e Belo Horizonte.
O ambiente lembra uma boate como outra qualquer: globo espelhado, canhões de luz, estroboscópio, fumaça e, no caso dos eventos mais produzidos, chuva de bolas coloridas. Tem até lounge, como no templo-boate da Igreja Celular Internacional, seita pentecostal que arrendou um clube em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, para celebrar cultos e realizar, a cada dois meses, seu baile evangélico. O visual dos freqüentadores também é o mesmo de qualquer tribo urbana juvenil: rapazes tatuados, com brinco, boné e roupas largas, moças de calça justa (mas não muito) e maquiadas (idem). Também fazem sucesso adereços como pulseiras e cordões fosforescentes, muito usados em bailes funk. Mas a semelhança pára aí. O código de conduta é rígido e, se alguém sai da linha, é repreendido por seguranças ou pelos próprios artistas. "No funk, se a pessoa não tomar cuidado, dá um rebolado mais ousado e se insinua para alguém. A gente está na pista para corrigir isso", diz Kelly Krenty. A recém-convertida Natalin França da Silva, 26 anos, que há dois meses trocou as pistas dos bailes funk na Favela da Rocinha e em boates da Zona Sul do Rio pela noite evangélica, não reclama das restrições. "É até melhor não ter bebida alcoólica, porque no dia seguinte você acorda bem", afirma. Difícil é fazer com que todos sigam à risca as regras do baile. "Tem de respeitar, Jesus está vendo", diz o estudante Demétrio Dworak, com um sorriso maroto.
Marcadores:
balada gospel,
baladas,
consultoria de marketing
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Jovens lucram com “delivery de pré-balada”
Batizada de SOS Esquenta, a empresa faz a entrega de bebidas, cigarros, petiscos e até camisinhas em horários inusitados.
Antes de sair para a “balada”, os grupos de amigos se reúnem para conversar sobre tudo o que não vão falar depois, em meio ao barulho das festas. Em geral, estas reuniões vêm acompanhadas de salgadinhos e bebidas (afinal, dentro das casas noturnas, tudo é mais caro). As sessões de “esquenta”, como são chamados esses encontros, viraram um grande negócio na visão de dois jovens empreendedores de São Paulo.
Thiago Apolinário, de 23 anos, e Marco Fenili, de 22, montaram a SOS Esquenta, uma empresa que entrega em domicílio e em horários inusitados tudo o que é imprescindível para uma pré-balada. No cardápio são cinco tipos de cerveja, destilados, água, refrigerante, petiscos, salgadinhos, gelo e carvão. Até preservativo, cigarro e isqueiro fazem parte do “menu” de entregas. Os preços são bastante convidativos. Uma lata de cerveja custa entre R$ 1,80 e R$ 2,10 – enquanto, na balada, pode chegar a R$ 5 a unidade. O produto mais caro é a garrafa de Black Label, que custa R$ 124,90. Para as entregas abaixo de R$ 50, a dupla cobra um taxa de R$ 5. “Nós fazíamos estes encontros em casa. Sempre acabava alguma coisa e ninguém queria sair para comprar. Foi assim que tive a ideia e logo chamei o Thiago para ajudar”, diz Fenili. Do dia em que nasceu o projeto até partir para a prática, foram cinco meses.
Os dois amigos se dividem entre o emprego em uma emissora de televisão e a SOS Esquenta, que funciona às quintas e sextas-feiras à noite e vai até altas horas, e de sábado e domingo, quando atendem também durante a tarde. “Trabalhamos em nosso ‘outro emprego’ entre 9h e 18h. Nos dias em que a empresa funciona, saímos do trabalho e vamos direto para lá. Costumo dizer que estamos aprendendo a não dormir”, diz o sócio Apolinário. Como em qualquer empreendimento que está iniciando, eles são parte da mão de obra. Além dos dois sócios, a SOS Esquenta conta com um designer, que trabalha a imagem da empresa nas redes sociais (principal canal de divulgação da marca), e motoboys terceirizados.
Por enquanto, a empresa entrega apenas em alguns bairros da cidade de São Paulo, em geral, próximos à sede da empresa no Morumbi. Além da zona sul da capital, a SOS Esquenta também atende uma pequena parte da zona Oeste, como o bairro de Pinheiros, tradicionalmente boêmio. Mas os planos são ambiciosos. Além de querer expandir a entrega pela cidade com uma unidade própria, os sócios já receberam consultas de interessados em montar franquia em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e na cidade de Campinas, interior de São Paulo. O interesse não é à toa. Com pouco mais de um mês de operação, os sócios afirmam que costumam receber uma média de 15 pedidos por noite e lucram cinco vezes mais do que esperavam faturar inicialmente.
Além de não informar o quanto a empresa fatura, os jovens empreendedores não revelam o valor do investimento para montar a empresa, mas dão uma ideia. “Meu sonho era comprar uma Harley-Davidson. A moto se transformou na empresa”, diz Fenili. Para ajudar a fazer as contas, vale dizer que o modelo zero quilometro mais barato desta marca custa R$ 27.900.
Mais que o capital inicial, os amigos investiram tempo. Nem os produtos, nem os horários de funcionamento da empresa, foram decididos ao acaso. Os empreendedores, que ainda estão se acostumando com este novo ‘título’, passaram um mês na porta de faculdades fazendo pesquisa com o público-alvo. Eles visitaram cinco universidades nas regiões em que eles atuariam e identificaram o perfil de seus consumidores em potencial. Hoje, atendem principalmente pessoas de 18 a 35 anos, das classes A e B. A maior parte, homens.
O trabalho rende histórias interessantes e, é claro, boas risadas. “Já aconteceu de nos ligarem depois de já terem bebido um pouco e a pessoa não conseguir fazer o pedido. Quando isto acontece, eu tento chutar o nome do que o cliente quer e ele só responde sim ou não”, conta Apolinário. No site da empresa, há um bom sinalizador dos resultados da empresa. Um mural mostra fotos de clientes satisfeitos após receberem suas bebidas.
Com base no volume de entregas, a dupla é unânime ao dizer que o bairro mais “baladeiro” de São Paulo é Moema. A região da Avenida Paulista, acredite, fica em segundo lugar.
Detalhe: A um ano mais ou menos eu pensei no “Disk Balada”, seria um serviço que funcionaria 24h e teria cadastrado todos os bares da cidade para informar quais seriam os eventos e apresentações, com isso teria localização, valor da entrada, bônus, etc. Quem pagaria a conta seria o anunciante. Teria dado certo? Eu pensei nisso pelo fato de quando ir a algum lugar e não estar do agrado, acabamos não sabendo para onde ir depois. Ou então simplesmente, o que fazer hoje a noite?
Balada dá vibradores para clientes
Uma balada, ou talvez, danceteria, boate, enfim, um local onde as pessoas vão para dançar, paquerar, se divertir e coisas afim, resolveu fazer uma ação de marketing promocional fazendo uso de um brinde, não diferente, mas, pode-se dizer, inusitado. Na última sexta-feira (29/01), as 400 primeiras mulheres que chegaram ao local receberam um vibrador de presente.
Esta ação promocional aconteceu em Mislata, na Espanha. Apesar de para muitos o brinde não ter causado nenhum constrangimento, o anúncio da festa que a danceteria estava promovendo causou polêmica. O outdoor trazia a foto do vibrador rosa gigante e, para os mais conservadores, isto é “imoral”.
Segundo a gerência da balada, o vibrador brinde é do modelo mais vendido na Europa. A entrada da festa custou apenas R$ 20 (8 euros), e os homens não ficaram sem brindes. Eles levaram para casa camisinhas de todas as cores, formas, sabores e tamanhos disponíveis.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
CORES QUE ABREM O APETITE
Sabia que a cor das lâmpadas em um restaurante afetam os hábitos de consumo dos clientes? Bem, de acordo com este artigo, é pura verdade. Por exemplo uma taça de vinho tinto, ela é mais prazerosa se consumida sob iluminação vermelha ou azulada. De acordo com os psicólogos alemães que pesquisaram sobre o assunto, o cérebro dos consumidores podem ser enganados em acreditar que seu copo de álcool é de qualidade superior e mais caro do que realmente é quando consumidos sob essas condições. Quando abrir uma garrafa de vinho aqui em casa agora, vou colar a embalagem do Sonho de Valsa na lâmpada pra ver se eles não reparam na bebida.
COMO MONTAR UM CARDÁPIO
Experiências sensoriais desencadeiam no cérebro respostas rápidas. A visão de um suculento hamburger num anúncio na televisão, o cheiro de um doce de chocolate trazem a vontade de comer. Estes são dois exemplos de como podemos explorar a psicologia sensorial para influenciar as decisões de compra do consumidor num restaurante. Além de impactar o cliente pelos aromas e sabores, uma boa casa deve impactar também pelo visual, que vai da decoração ao mais importante…o cardápio!
Layout
O design é crucial. A melhor opção é por um layout simples e com fontes clean. Só coloque fotos se elas forem mais bonitas que o prato em si, fotos do estilo McDonald’s. Se a foto for amadora, o efeito é contrário, a comida fica com aspecto asqueroso, não dá fome, dá enjôo. Um cardápio de página dupla é sempre a melhor opção para levar o cliente aos melhores pratos. A leitura num cardápio de página simples é vertical, mais fácil de comparar preços. Porém a leitura num cardápio de página dupla é mais complexa, nos obriga a olhar pra vários lugares e com isso podemos colocar os produtos mais rentáveis nas melhores partes. Como o canto superior direito.
Disfarce os preços
O que a maioria dos restaurantes fazem com o cardápio: colocam todos os preços alinhados a direita, um abaixo do outro. Se todos eles estão assim eu posso facilmente comparar e certamente escolherei os mais baratos. É melhor ter os preços e cifrões colocados discretamente no final da descrição de cada produto.
Faça o cliente folhear
Um cardápio deve ser como um supermercado. Os itens mais pedidos, mais comuns, hamburgers, sanduíches, fritas, devem estar escondidos no cardápio. Não devem ter acesso fácil. No supermercado os itens que compramos com freqüência como leite, carnes, arroz, feijão… sempre ficam nos fundos, nós temos que comprar eles mesmos, então tanto faz o lugar que eles estão que nós vamos até lá. Como estão no fundo, o supermercado nos obriga a passar por vários outros produtos mais caros e que podemos comprar por impulso. Escondendo os itens comuns no cardápio, o cliente é obrigado a ver outros produtos, e aumenta a sua chance de gastar mais e não optar pelo de sempre.
O nome do prato
O nome do prato é a parte mais importante para vendê-lo a quem não o conhece. Um cliente não será incentivado a experimentar um prato novo por causa do preço. O nome precisa ser criativo, criar interesse, despertar a curiosidade. Um amigo renomeou todos os itens do seu cardápio com nomes nada convencionais, deixando qualquer um curioso com qualquer prato. Por exemplo o torresminho com mandioca virou “tadinho do Chiquinho”, a carne de sereno virou “não sou carne de sol” e assim por diante. Os adjetivos também não devem ser poupados, eles são tão importantes quanto o próprio nome. O que você acha melhor? Ovos mexidos ou ovos mexidos com manteiga fresca? Pense em sabores e gostos, palavras como crocante e picante dão ao cliente uma melhor idéia do que está por vir. Longas descrições devem ser reservadas para os pratos mais rentáveis.
Lembre-se:
Um cardápio não é um amontoado de letras, não é anúncio publicitário. Dê destaque ao que precisa ter destaque.
Cores como vermelho e amarelo são cores que evocam a fome. Usadas na forma correta dão vida ao cardápio, usadas demais, cansam qualquer um.
Os pratos que possuem mais atributos (nome diferente, adjetivos, descrição…) vendem mais que “nomes sozinhos” no cardápio.
Nosso olhar é preguiçoso, ele é atraído por qualquer coisa diferente. Seja o negrito de uma letra ou uma caixa em volta do texto. É fácil levar o olhar do cliente pra onde interessa sem agredir o layout.
O canto superior direito deve ser sempre reservado para o prato mais lucrativo.
Tenha versões diferentes do mesmo cardápio para atender necessidades diferentes. Se recebe muitos turistas, tenha ele em outros idioma, se recebe pessoas idosas, tenha um com fontes maiores.
Com certeza um cardápio não faz milagre. Ele faz parte do que eu chamo de “experiência”, que é aquilo que motiva alguém a indicar um restaurante para um amigo. O atendimento dos garçons, o ambiente, a música, a decoração, as pessoas, os pratos, o cardápio…tudo deve estar alinhado para proporcionar ao cliente a melhor experiência possível. Só assim ele voltará a comer ali novamente!
Layout
O design é crucial. A melhor opção é por um layout simples e com fontes clean. Só coloque fotos se elas forem mais bonitas que o prato em si, fotos do estilo McDonald’s. Se a foto for amadora, o efeito é contrário, a comida fica com aspecto asqueroso, não dá fome, dá enjôo. Um cardápio de página dupla é sempre a melhor opção para levar o cliente aos melhores pratos. A leitura num cardápio de página simples é vertical, mais fácil de comparar preços. Porém a leitura num cardápio de página dupla é mais complexa, nos obriga a olhar pra vários lugares e com isso podemos colocar os produtos mais rentáveis nas melhores partes. Como o canto superior direito.
Disfarce os preços
O que a maioria dos restaurantes fazem com o cardápio: colocam todos os preços alinhados a direita, um abaixo do outro. Se todos eles estão assim eu posso facilmente comparar e certamente escolherei os mais baratos. É melhor ter os preços e cifrões colocados discretamente no final da descrição de cada produto.
Faça o cliente folhear
Um cardápio deve ser como um supermercado. Os itens mais pedidos, mais comuns, hamburgers, sanduíches, fritas, devem estar escondidos no cardápio. Não devem ter acesso fácil. No supermercado os itens que compramos com freqüência como leite, carnes, arroz, feijão… sempre ficam nos fundos, nós temos que comprar eles mesmos, então tanto faz o lugar que eles estão que nós vamos até lá. Como estão no fundo, o supermercado nos obriga a passar por vários outros produtos mais caros e que podemos comprar por impulso. Escondendo os itens comuns no cardápio, o cliente é obrigado a ver outros produtos, e aumenta a sua chance de gastar mais e não optar pelo de sempre.
O nome do prato
O nome do prato é a parte mais importante para vendê-lo a quem não o conhece. Um cliente não será incentivado a experimentar um prato novo por causa do preço. O nome precisa ser criativo, criar interesse, despertar a curiosidade. Um amigo renomeou todos os itens do seu cardápio com nomes nada convencionais, deixando qualquer um curioso com qualquer prato. Por exemplo o torresminho com mandioca virou “tadinho do Chiquinho”, a carne de sereno virou “não sou carne de sol” e assim por diante. Os adjetivos também não devem ser poupados, eles são tão importantes quanto o próprio nome. O que você acha melhor? Ovos mexidos ou ovos mexidos com manteiga fresca? Pense em sabores e gostos, palavras como crocante e picante dão ao cliente uma melhor idéia do que está por vir. Longas descrições devem ser reservadas para os pratos mais rentáveis.
Lembre-se:
Um cardápio não é um amontoado de letras, não é anúncio publicitário. Dê destaque ao que precisa ter destaque.
Cores como vermelho e amarelo são cores que evocam a fome. Usadas na forma correta dão vida ao cardápio, usadas demais, cansam qualquer um.
Os pratos que possuem mais atributos (nome diferente, adjetivos, descrição…) vendem mais que “nomes sozinhos” no cardápio.
Nosso olhar é preguiçoso, ele é atraído por qualquer coisa diferente. Seja o negrito de uma letra ou uma caixa em volta do texto. É fácil levar o olhar do cliente pra onde interessa sem agredir o layout.
O canto superior direito deve ser sempre reservado para o prato mais lucrativo.
Tenha versões diferentes do mesmo cardápio para atender necessidades diferentes. Se recebe muitos turistas, tenha ele em outros idioma, se recebe pessoas idosas, tenha um com fontes maiores.
Com certeza um cardápio não faz milagre. Ele faz parte do que eu chamo de “experiência”, que é aquilo que motiva alguém a indicar um restaurante para um amigo. O atendimento dos garçons, o ambiente, a música, a decoração, as pessoas, os pratos, o cardápio…tudo deve estar alinhado para proporcionar ao cliente a melhor experiência possível. Só assim ele voltará a comer ali novamente!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Circus Water, onde a galera curte a música de sunga e biquíni!
Voce chega, deixa sua roupa no guarda volumes, bota a sunga, a MULHERADA, de biquini e fica todo mundo dançando na piscina. É isso mesmo....nao é mentira......e só custa 4 dolares a entrada.....uma pena que é muito longe.....essa maravilha de balada se encontra em BUDAPESTE.
Fantastico........investidores....pensem nisso aqui no Brasil.............
Assistam ao vídeo.
http://multishow.globo.com/Vai-Pra-Onde/Episodios/Budapeste.shtml
Pimenta Tabasco em trailler
O Tabasco Hangover Headquarters é um projeto itinerante da Tabasco que leva por diferentes bairros de Nova Iorque um trailer e o chef Laurent Tourondel criando pratos e petiscos com os molhos da marca.
Um gelo de cada vez
Se você não tem em casa uma geladeira top com fabricação exclusiva de gelo, você tem um problema. Toda vez que quer pegar uma ou duas pedras de gelo, você precisa torcer a forma inteira, desperdiça todo aquele gelo que caiu na pia e ainda por cima não consegue acertar o copo. Pois bem, tentando simplificar nossa vida, a Joseph Joseph lançou o QuickSnap, essa forma que lhe permite tirar um gelo de cada vez. Sem desperdício, sem sujeira. Genial!
veja no you tube: http://www.youtube.com/watch?v=iemEKeb7QQU&feature=player_embedded
Marketing na Pequena Empresa – Erros e Cuidados
Seja qual for o seu negócio, seja qual for o seu perfil de empreendedor, você precisa do marketing para ser bem sucedido nos negócios. Mesmo que marketing não seja sua praia, considere-o com uma obrigação, sem a qual não será possível explorar o verdadeiro potencial de seus produtos ou serviços.
A seguir vou tratar alguns erros e confusões comuns em relação ao marketing entre empreendedores. Além de pesquisar mais sobre o tema, considere estas dicas para que suas ações com o cliente sejam mais eficientes.
Erro 1: Com tanto esforço no negócio, não precisarei de marketing
Talvez você tenha feito um esforço desumano para levantar seu negócio. Usou todos seus recursos e tudo seu intelecto, além de sacrificar outros aspectos de sua vida para tentar chegar ao sucesso. Por isso, se acha merecedor da atenção e dinheiro de seus clientes. Errado! Seu esforço só interessa a você e sua família. O cliente não está preocupado com seu merecimento, está preocupando com os benefícios que ELE obterá ao adquirir seu produto ou serviço. Poupe-o de suas histórias e dê a ele o que quer.
Erro 2: Um bom marketing suprirá algumas deficiência de meu produto
O marketing pode esconder algumas deficiências de seu produto… mas só temporariamente. Independente do que alguns “especialistas” digam, seu produto é mais importante e deve ser o primeiro foco dos investimentos. O marketing deve completar sua oferta de valor, ao mostrar para o cliente os benefícios oferecidos. Se você se concentra excessivamente no marketing e deixa seu produto de lado, eventualmente o cliente perceberá a farsa e seu negócio correrá sérios riscos.
Erro 3: Não ouvir ninguém… ou ouvir a todos
Se você não é especialista na área, não confie somente em sua intuição e bom senso para executar suas ações de marketing. Você não precisa saber (e não sabe) tudo. Busque ajuda em livros, cursos ou consultores para ser mais eficiente em seus investimentos.
No entanto, tenha cuidado. Sua sogra provavelmente não é especialista em marketing. Seus vizinhos e amigos do bar também não devem ser. É muito fácil para as pessoas sem experiência em marketing opinarem sobre o tema quando não é o dinheiro deles que está em jogo. Feche os ouvidos para sugestões de pessoas que não possuem uma base mínima de conhecimento para discutir marketing. Estas opiniões só o deixarão mais confuso e podem afetar suas decisões de forma negativa.
Erro 4: Investir em marketing sem medir resultados
Você tem dinheiro de sobra para gastar em marketing? Então, não atire para tudo quanto é lado sem medir os resultados de cada ação realizada. Existem diversas formas de medir o retorno de suas campanhas, portanto não invente desculpas para deixar de lado esta atividade. Quem sairá perdendo é seu negócio.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Copo que reconhece a bebida
Cipher é o nome do copo inventado pelo designer servio Damjan Stankovic. A ideia é simples, o copo é todo coberto com pixels coloridos que revelam a palavra (o líquido) de acordo com sua cor. Pixels pretos para Coca-Cola, café, pixels amarelos para sucos de laranja, caju, manga, pixels brancos para leite.. e por aí vai. Genial!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Spa de cerveja
Balneários de cerveja são muito mais do que apenas uma fantasia, são reais. Durante a última década, um bocado de spas de cerveja foram abertos nas colinas e planícies da Áustria, Alemanha e República Tcheca, prometendo saúde, bem estar e a oportunidade de banhar-se nas suas favoritas bebidas.
A cervejaria Chodovar em Chodova Plana, na República Checa, oferece terapias em seu spa com a célebre cerveja lager. A cervejaria Kummeroer Hof em Neuzelle, na Alemanha , já oferece banhos relaxantes e massagens com cerveja há mais de 10 anos, os preços variam de 42€ a 500€. Mas é na vizinha Áustria que a cerveja aparece em definitivo para atingir seu auge no spa.
A cervejaria Starkenberg, enche uma piscina com barris e barris de sua própria Pilsen. E a cervejaria Landhotel Moorhof, oferece o que pode ser o mais completo tratamento cerveja, que vai dos banhos, massagens, aos jantares e harmonizações de pratos.
A cervejaria Chodovar em Chodova Plana, na República Checa, oferece terapias em seu spa com a célebre cerveja lager. A cervejaria Kummeroer Hof em Neuzelle, na Alemanha , já oferece banhos relaxantes e massagens com cerveja há mais de 10 anos, os preços variam de 42€ a 500€. Mas é na vizinha Áustria que a cerveja aparece em definitivo para atingir seu auge no spa.
A cervejaria Starkenberg, enche uma piscina com barris e barris de sua própria Pilsen. E a cervejaria Landhotel Moorhof, oferece o que pode ser o mais completo tratamento cerveja, que vai dos banhos, massagens, aos jantares e harmonizações de pratos.
Cerveja que boia
A cerveja italiana Peroni lançou um projeto que por enquanto não está sendo vendido, mas pelo jeito não vai demorar. É um gadget pra beber cerveja na piscina sem precisar ficar segurando a garrafa. O mais legal de tudo, é que boiando, a garrafa mantém sua temperatura.
Que tal oferecer isso aos seus clientes????????
Um bar onde você “respira” ao invés de beber
O Alcoholic Architecture é um projeto que muda nossa experiência com o álcool. Eles criaram um “cocktail respirável” de gin tônico em névoa. As “doses” são tickets, vendidos na porta e cronometrados por hora. 40 minutos no interior do edifício criado para dar a ilusão de estar dentro de uma bebida vai te deixar um pouco tonto. Sem dúvida que as luzes, a decoração, uma bebida sendo derramada sobre gelo no fundo, farão você se sentir um pouco desorientado. O projeto vai até dia 25 só. Bem que podiam imitar os caras por aqui.
veja o video
http://video.google.com/videoplay?docid=-9030234105104752131#
veja o video
http://video.google.com/videoplay?docid=-9030234105104752131#
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Absolut Rock
A Absolut traz para o Brasil mais uma edição limitada da vodka Premium. Desta vez, os brasileiros poderão adquirir uma garrafa criada em homenagem ao rock and roll em parceria com a Ellus Jeansdeluxe. A Absolut Rock Edition chega ao mercado brasileiro este mês com uma garrafa vestindo um casaco de couro, sob o conceito “In An Absolut World, You Rock”. A parceria com a marca resultou na coleção Ellus Absolut Rock inspirada no produto. O lançamento será comercializado somente em lojas selecionadas da grife em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Salvador e Goiânia nos próximos dois meses. A Absolut Rock Edition terá preço sugerido de R$ 89,90. Vale?
Rock Band faz parceria com bares
Antes os karaokês e videokês eram moda. Até pouco tempo atrás eles pareceram ressurgir, em uma vibe nostálgica de culto as músicas bregas do passado. Acontece que os karaokês também foram digitalizados, e agora deixaram aquela imagem vintage de lado para se tornarem um brinquedo cool de adolescentes e adultos que rende bilhões de dólares anualmente. Isso tem nome: as franquias “Guitar Hero” e “Rock Band”.
E os mesmos bares do passado que ofereciam divertidas noites com sessões de karaokê, agora trocam os velhos equipamentos pelos kits completos dos games musicais fabricados pela Activision e pela Harmonix. O pessoal do “Rock Band” pensou um pouco mais, e decidiu oficializar esses eventos pelo mundo todo.
O dono do bar que se cadastrar no programa Rock Band: Bar Nights terá o direito de utilizar todo o material visual oficial, e ainda ter acesso a todo o catálogo de músicas disponíveis para download do jogo, mais de 800.
Mais do que isso, a Harmonix promete promover as Rock Band Nights dos bares nos canais do produto, além de oferecer uma equipe de suporte para os bares. É, no fim das contas, uma “faca de dois legumes”: o bar oficializa a festa e tem acesso gratuito as músicas, e a Harmonix amplia o acesso e a experimentação das pessoas ao seu produto.
Imagine quanta gente, que nunca se interessou por videogames, não vai ter vontade de comprar um “Rock Band” pra levar pra casa depois? Achei fantástica a ideia, so pra comemorar vou jogar hoje Rock Band até o dedo virar ao contrário.
Sua foto no sanduíche
Para mostrar que o seu sanduíche é feito na hora em que você pede e do seu jeito, o Burger King realizou uma ação genial essa semana na filial Santo Amaro, em São Paulo. Ao receber o pedido, a pessoa era surpreendida com a própria foto estampada na embalagem do sanduíche. Além disso, a imagem era enviada em tempo real para um banner, com a frase: “Comendo agora….”. Já pensou se a moda pega?
Calendário de amassar
A World Wide Bakery, numa ação de marketing direto, mandou para seus principais parceiros agora no final de ano, um rolo-de-massa-calendário pra fugir daqueles clichês de agenda e folhinha institucional tosca.
Assinar:
Postagens (Atom)





















